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  Precursora da Multiterapia
“Para nós, o século 21 já passou. Nós estamos preocupados com o século 22”
Psicopedagoga-Psicoterapeuta-Dramaturga-Escritora 
   
 
O teatro de Lou de Olivier

Para quem gosta de assistir, é tudo o que se espera de uma boa peça teatral: as comédias são muito engraçadas e fazem rir de verdade, os dramas são muito profundos e nos fazem refletir sobre nós mesmos e chorarmos, se ainda pudermos. Mesmo que apenas como leitura, vale a pena conferir e imaginar as cenas, como se estivessem sendo vividas por atores, já que as marcações são ricas e cheias de detalhes. Algumas destas peças já são famosas, montadas por diversos grupos, no Brasil e na Europa, mas, ainda assim, são textos fáceis de se encenar, sem grandes investimentos. As mais conhecidas e premiadas são "Nunca em Los Angeles (tragicomedia de época/costumes), "Os alienados" (comédia reflexiva) e...

Cinderela que não era Bela porque era Branca demais.  Satira dos contos de fadas para crianças de todas as idades:  Saiba mais: clique aqui

ATENÇÃO: Estes dois textos estão liberados para montagem (sem cobrança de direitos autorais) desde que sejam montados por Professores/alunos ou por grupos amadores sem fins lucrativos. Os grupos profissionais deverão nos contatar e solicitar autorização para montagem. 

Texto infantil com noções de ecologia: http://loudeolivier.com.br/teatro/sos.pdf
Texto engraçadissimo: Voce anda assistindo muita televisão? Este texto mostra o que acontece com quem se preocupa demais com a "minha novela" e deixa a vida real à deriva: http://loudeolivier.com.br/teatro/osalienados.pdf

Os textos a seguir estão em sinopses
(havendo interesse, contate-nos solicitando o texto na integra)

Cacos da minha vida... (Ou "O que eu falo não se escreve, o que escrevo não se fala") Texto inédito:

Looser Wood não é apenas um ator sem talento, ele é um grande azarado. Alguém que consegue sofrer os mais bizarros acidentes, ter os mais esdrúxulos ataques e, obvio, sempre desempregado. Casado com Patty, uma bem sucedida atriz de novelas, recentemente contratada para protagonizar a próxima novela, porém com tantas despesas para arcar sozinha, acaba meio desanimada e Looser sente-se um inutil, por isso faz tudo para ajuda-la, até ensaia com ela cenas da novela que se tornam hilarias com sua interpretação e continua batalhando um emprego. Freqüentador assíduo do Hospital das Mímicas que o socorre sempre que necessita, desenvolve cenas engraçadissimas no hospital e fora dele, devendo admitir que o socorro, às vezes, lhe é negado. Depois de muitas tentativas frustradas de emprego, depois de explodir a casa tentando produzir trufas para vender, de ir parar varias vezes no hospital e até ser preso, ele termina no paredão do Big Brother... da Bósnia...

Siga aquele voto!
Você está quieta em sua casa, voltou da boate quase de manhã cedo, depois de cantar a noite toda. A campainha toca, você atende, descabelada: é sua sobrinha ingenua, que veio do interior, sem avisar e vai te criar um caminhão de problemas, pois vai se enrolar com o alienado guarda-costas  do candidato a deputado de primeira viagem, que cismou de se apaixonar por você, mas sua sobrinha acaba sendo seqüestrada justo pelo mafioso Damião Rizzotto, que leva a infeliz para um galpão abandonado. Rolam todos os clichês, toda a bobagem possível e imaginável, mas sua sobrinha acaba livre de novo, todo mundo encontra o príncipe encantado e o candidato ganha a eleição. A diferença é que este texto é um filme, tem até bicicleta rolando a ribanceira e pegando fogo, um verdadeiro dedo no olho! 

Antes rico com saúde, que...!
Eles são os maiores fabricantes de figo em lata do Brasil
, uma família que tem dinheiro saindo pelo ladrão, mas o marido, Fausto, vive se encharcando de remédio; a esposa, Olga, cheia de amor para dar, inventa mil e uma desculpas para seduzir Rogério, o cabeleireiro que  finge ser gay para agarrar a patroa. Ainda tem um monte de figuras de museu, do tipo do Carlinhos Fire Punk (um dos namorados de Katiuscia, filha de Olga), Bobby Kent (o repórter), Roger Chan (médico chinês e lelé) e ainda a Marcina, a empregada, que fala palavrões e bobagens o tempo todo, inclusive, deveria ser ela a personagem principal, já que o texto todo é um deboche e um pastelão do começo ao fim. Dá para deslocar o maxilar de tanto rir, mas não acrescenta nada ao futuro da Humanidade.
 
A Família Panetone:
Este é um texto que fala de mais uma família italiana, vivendo no Brasil, porém esta peça difere das comédias comuns, pois os fatos em si chegam a ser dramáticos, em certos momentos. Engraçada, é a maneira da Família Panetone encarar os problemas que, em outras famílias, seriam desesperadores. De resto, é um pastelão igualzinho a tudo que já se fez em matéria de italianos espalhafatosos, comilões, lelés de todo naipe, que tentam viver numa terra esquisita, onde os nativos comem arroz e feijão, em vez de pasta. Some a isto um filho alienado, outro filho, tarado, uma mãe escandalosa e um pai apaixonado pela Vera Eduarda. Só pode dar no que deu!
 
Festival do besteirol:
Uma comédia autobiográfica, onde Lou de Olivier se permite mostrar os subtextos de suas obras e de sua vida, um desabafo em cena, falando sobre a impossível tarefa de se fazer entender completamente. Na realidade, o texto cômico, mais uma vez, esconde os dramas pessoais da autora e apenas comprova que o artista mais triste do circo todo é o palhaço, que ri, faz rir, mas que simplesmente extrai a comédia da tragédia. Vale a pena conferir, não só pelo texto em si (bilíngue, escrito em Português e Bobagem), mas, também, por trazer os bastidores de todo o trabalho da autora. Como se trata de uma comédia (ao menos, a autora morre de rir, lendo seu próprio texto), é de se supor que o público rirá também. Ou não, já que se trata de besteira pura. Leia por sua conta e risco!
 
A seguir estão 5 textos já encenados e que podem ser lidos na íntegra, neste site. Veja abaixo.

Clique para fazer o download        Os arquivos abaixo estão no formato PDF, para visualizar é necessário a instalação do Adobe Reader.  Se você ainda não o possui, clique no ícone ao lado para fazer o respectivo download.
          Esse software é disponibilizado gratuitamente por seu fabricante.

 

Os Alienados:
Esta é uma comédia escrita em 1998, mas, infelizmente, seu tema continua atual... Tão atual e aplaudido por sua versatilidade, que vários grupos profissionais e amadores já montaram o texto com grande sucesso, desde 1999, por todo o Brasil e em Portugal. O texto retrata, com humor, a alienação provocada pelas novelas e programas mais assistidos na atualidade e, para evitar qualquer mal-entendido, não há um canal específico sendo satirizado e, sim, uma mistura do que se assiste em todas as emissoras. A personagem principal, Vilma, sofre de um certo grau de alienação, que, na prática, faz com que o mundo desabe ao seu redor, sem que ela perceba, pois, o que realmente importa, é a "minha novela". 
Leia este texto na integra, clique aqui

Três contos que eu vou te contar:  (A Cinderela que não era Bela porque era Branca demais)

Uma sátira aos contos de fadas, que mostram uma realidade completamente distorcida, ensinando que a solução para tudo é se casar com o príncipe e ser feliz para sempre... É óbvio que as crianças do passado até podiam se convencer disso, mas, atualmente, com a carga de informações que recebemos o tempo todo, parece incrível que um conto de fadas ainda consiga prender a atenção de alguém por mais de cinco minutos, a menos que receba esta roupagem atual, debochada, criticando a falsidade de tais estórias. Neste texto, uma coisa puxa a outra, tudo que deveria acabar bem, desanda minutos após, as princesas ficam velhas, os príncipes ficam decrépitos, existe morte e continuidade. Seria mais uma comédia infantil, se não fosse tão ácida... e engraçadíssima!       Leia este texto na integra, clique aqui

Nunca em Los Angeles:

Este texto, escrito em 1999, é uma comedia que, além de questionar varios temas, fornece uma verdadeira aula de História do Brasil e da Inglaterra, mostrando a formação dos dois países e as grandes diferenças entre as duas culturas. Ainda mostra a condição de vida efêmera e a insignificância do ser humano diante de uma força superior que parece reger a tudo. E o melhor (ou pior?) é que todos estão sujeitos a essa subordinação, desde o mais simples indigente, até o grande astro de Hollywood...

ESTE TEXTO ESTÁ DISPONIVEL PARA LEITURA NA INTEGRA SOMENTE PARA GRUPOS DE TEATRO PROFISSIONAL. SOLICITE O TEXTO CLICANDO AQUI

S.O.S. Anta Laranja:

Esta peça teatral musical infantil foi criada em 1990, para comemorar um único aniversário. Mas fez tanto sucesso, que acabou em temporada por seis meses e, após, foi montada outras vezes, sempre com grande sucesso. Ela fornece informações sobre Ecologia, portanto, orienta as crianças, além de diverti-las. Note que é um texto escrito na época em que a destruição da Terra ainda era tratada de forma poética. Hoje, como a mídia já trata claramente a situação do mundo como a tragédia que é, depende do diretor cênico a opção por situar melhor o assunto, atualizando-o, conforme o público, trazendo a questão para a realidade das crianças, incutindo formas delas participarem da defesa do meio ambiente.

Eu inteiro, metade de mim:

Este foi o primeiro texto teatral escrito por Lou de Olivier, quando tinha apenas dezesseis anos. Na ocasião, havia sofrido uma anoxia por afogamento e começou a escrever para treinar a memória; Acabou criando um drama psicológico musicado, riquíssimo em detalhes cênicos e forte demais para sua pouca experiência de adolescente. Impressionantemente, todos os elencos, que ensaiaram esse texto em caráter experimental, amador e profissional, em algum ponto dos ensaios, voltaram-se a questionamentos introspectivos, achando-se incapazes de levar adiante tamanho drama interior; todos os grupos entraram em conflito com suas personagens, interrompendo a montagem antes da estréia. Acreditamos que o momento de sua estréia ainda não chegou, assim como, os atores certos ainda não leram esse texto.

Solicite o texto clicando aqui

ATENÇÃO: Os textos são uma obra de ficção, qualquer semelhança com pessoas ou fatos da vida real terá sido mera coincidência.

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