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Psicopedagoga-Psicoterapeuta-Dramaturga-Escritora-precursora da Multiterapia
“Para nós, o século 21 já passou. Nós estamos preocupados com o século 22”     
CAMPANHAS DE UTILIDADE PUBLICA: (DIREITO AUTORAL, RESPEITE QUEM ESCREVE POR VOCÊ! - quanto vale um livro? quanto merece um autor? e ÓRFÃOS DA ÁGUA - para que a água potável não falte e nem desabe em enchentes devastadoras)     
 

Quanto vale um livro?

Entenda como um livro é criado e qual seu real valor, lendo este texto...

 Um livro não é apenas um determinado numero de paginas, com algumas centenas de palavras ou frases; Um livro contem em suas paginas, os vários anos de estudos do autor, sua experiência de vida e dentro de sua área de atuação, suas opiniões e, em caso de pesquisa cientifica estas opiniões também são fundamentadas em outras pesquisas e/ou literaturas que envolvem opiniões e experiências de tantos outros profissionais da área a que o livro pretende esclarecer. Alem disso, um livro também contem o trabalho de elaborar, digitar e corrigir o texto, as vezes, adentrando pela madrugada para não perder a linha de raciocínio. Tudo isso faz parte do direito autoral. Apos todo este trabalho, o livro é levado para a revisão, ( que em alguns casos é feita por mais de um profissional ), provas e edição. E todo este processo pode levar meses e até anos para concluir-se. Depois disso o livro é embalado e esta pronto para ser comercializado. Então estipula-se um preço simbólico para ele. E porque simbólico?

Levando-se em conta tudo o que já foi dito anteriormente e ainda todos os gastos de uma pesquisa de campo, seja cientifica ou não ( exemplo: livros para fundamentação, testes aplicados, transporte/alimentação do(s) pesquisador(es), anos de estudos, etc. ), somando-se todos os gastos, uma pesquisa custa em media R$ 30.000.00 ( trinta mil Reais ) por ano. Quando o autor não tem nenhum patrocínio e banca suas próprias pesquisas, quase sempre passa por privações, deixa de comprar um carro novo ou fazer uma viagem de ferias para investir o pouco que ganha em novas publicações. E, se o faz, não é por puro masoquismo, mas pelo sentimento altruísta que o move, por querer dividir seus conhecimentos com todos os que se dispuserem a ouvi-lo, ou melhor, a lê-lo. Agora talvez seja mais fácil entender que um livro no tem preço e que o valor pago por ele torna-se simbólico, não é?

Ao leitor cabe apenas pagar este valor, ler e aprender em algumas horas de leitura o que o autor pesquisou e/ou viveu por muitos anos. Por tudo isso, pense bem antes de questionar o preço de um livro ou xerocá-lo na papelaria da esquina. Quando você acha um livro caro está desprezando o trabalho de todos os envolvidos na confecção e venda do mesmo. E, quando você xeroca um capitulo ou todo o livro, está desestimulando o autor a reinvestir em outras pesquisas, esta pagando para o dono da papelaria (que xeroca o livro) parte do direito autoral a que o autor tem direito e está desprezando todo o processo de criação e confecção do livro. Colabore Respeite os direitos autorais, pague seu preço, ainda que simbólico e diga NÃO À COPIA NÃO AUTORIZADA. Desta forma todos ganham: O autor que se sente estimulado a continuar pesquisando e escrevendo, os profissionais envolvidos na confecção e venda do livro e, principalmente, você, que terá sempre novos livros, que autores satisfeitos e bem remunerados farão questão de continuar publicando.

Boa leitura

Direitos autorais: Respeite quem escreve por você!

Aos interessados em publicar este texto em qualquer veiculo de comunicação, pedimos a gentileza de publicá-lo na integra, citando a autoria da Dra. Lou de Olivier e divulgando os seus sites: www.multiplasterapias.com e www.loudeolivier.com.br

ESTE TEXTO FOI ESCRITO EM 08 DE ABRIL DE 2000 INICIANDO A CAMPANHA PELOS DIREITOS AUTORAIS. AINDA HOJE, MAIS DE 9 (NOVE) ANOS DEPOIS NAO CONSEGUIMOS ADESOES SUFICIENTES PARA DAR FORCA AO MOVIMENTO. SE VOCE É AUTOR, CONTATE-NOS, JUNTE-SE A NOS, VAMOS MUDAR O BRASIL PARA QUE NÃO TENHAMOS QUE MUDAR DO BRASIL...
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Quanto merece um autor?

O texto "Quanto merece um autor" está sendo reformulado e, em breve, estará aqui nesta pagina. Aguarde!
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Campanha orphãos da água:
Você já adiou um compromisso seu por causa de uma enchente? Já pagou caro por alimentos, devido à seca? Já se cansou de medidas paliativas, de governos ineficientes, de ONGs que só servem para vender camisetas e pedir donativos?
Em breve, o texto reformulado da campanha ecologica Orphãos da água estará aqui neste espaço. Aguarde!

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Doutores em Decadência

ATENÇÃO: O assunto a seguir é de extremo interesse de todos os seres viventes, por isso, leia com atenção e não se atenha a discussão entre professores e doutores, veja, como eu vejo, que uma simples discussão pode levar a um assunto de proporções catastróficas se nenhuma providência for tomada.

          Quando eu era adolescente, tinha algumas idéias bem radicais, uma delas era criticar firme e até ironicamente as pessoas que usavam o título de Doutor sem ter cursado um Doutorado, mas, com o passar dos anos, adquirindo mais experiência, através de muitos cursos que fiz e de muitos acidentes que sofri, entendi que ser "Doutor" tem mais a ver com a experiência, com a vivência do que com um simples título...

          Por isso, assisto hoje, pasma, mas não surpresa, a grande discussão que formou-se em torno do uso do título de Doutor. Digo que não estou surpresa por que já acostumei-me a ver os assuntos que defendo serem discutidos muitos anos depois, geralmente, quando já nem me lembro deles. É o preço que pago por ir muito fundo e muito à frente em tudo. Mas digo que estou pasma com a acirrada discussão por que, diante de tragédias climáticas em nível mundial, algumas pessoas ainda estão perdidas num mundinho próprio e sem nenhum benefício para a humanidade, exatamente como adolescentes só que, desta vez, de cabelos brancos...

          Enquanto um grande grupo defende que "doutor é quem fez doutorado", declarando guerra a todos os profissionais (Médicos, Advogados entre outros) que utilizam o titulo de doutor sem terem passado pelo doutorado, outro grupo enorme discute acirradamente sobre a hierarquia em relação aos títulos a partir da especialização até a livre docência.

          Essa discussão insana, chegou aos extremos e correm boatos (seriam somente boatos?) de que, em várias faculdades particulares, estão demitindo os doutorandos e doutores que não aceitam "esconder" seus títulos. Isso mesmo, esconder seus títulos. As faculdades contratam os doutores para obterem licenças do MEC e apoios das fundações em alguns projetos. Depois, quando não precisam mais, propõem que os "doutores" aceitem trabalhar somente como especialistas para abaixarem os custos, e os que não aceitam abrir mão de seus títulos são demitidos...

          Instala-se assim a grande discussão entre os professores de faculdades particulares e os doutores de universidades públicas que exibem seus títulos com arrogância, dizendo-se "doutores" que defendem e publicam teses e pesquisas e não simples professores que apenas repassam as publicações...

          A solução para os recém doutorados que não querem tomar parte dessa insana batalha é tentar uma bolsa junto ao CNPQ que permite ao recém doutor sustentar-se até passar em concurso para universidade pública. Não sou eu que estou dizendo isso, é o que se fala em muitos locais, faculdades, universidades e até em sites. E onde há fumaça...

          O que me deixa pasma diante desse despropósito é a inutilidade da discussão, que encaminha-se na base do "meu barraco tem luz e o seu não tem" e, pior ainda, partindo de quem deveria ser tão esclarecido ao ponto de não se importar com um simples título. Os grandes mestres, doutores, professores doutores, livres docentes, enfim, essa "nata do saber" deveria ter tanta cultura, deveria estar tão acima dessa tolice que não deveria sequer cogitar uma discussão dessas.

          Se, realmente, algumas faculdades estão agindo de forma a forçar um rebaixamento de posto ou uma demissão, os lesados devem sim, procurar seus direitos, entrar com uma ação, chorar no colo da mãe ou qualquer coisa para reverter a situação, mas nunca, jamais em tempo algum, incitar uma discussão tola e sem nenhum resultado na prática.

          E, como sempre, tentando trazer luz aos fatos ocorridos, apelo ao bom senso de todos, sejam doutores ou leigos, para que vejam com mais clareza os acontecimentos à sua volta. As mudanças climáticas já alcançaram um ponto irreversível ao qual a nossa civilização dificilmente sobreviverá.

          A previsão que eu e um restrito grupo de "corajosos", há muito tempo, temos tentado divulgar sempre sem plantar alarde, mas provocando reflexões, agora ganha força com as declarações do cientista James Lovelock.

          E, diante do aquecimento irreversível, temos a extinção de água potável em nível mundial, e não é preciso ser doutorado em nenhuma área para ligar os pontos e entender que com o aquecimento ao extremo e sem água, doutores e leigos estão condenados à extinção, assim como toda a raça humana. E não se iludam achando que essa tragédia está muito longe de acontecer, por que será que o "slogam" dos meus sites é sempre: "Para nós, o século XXI já passou. Estamos preocupados é com o século XXII"

          Será que é só por que sou uma grande apressadinha? Ou será que, como sempre, estou tentando trazer luz aos fatos? E o que é ser doutor senão desvelar os assuntos e tornar claro o que, antes, estava soterrado no obscuro da ignorância?

          Pode parecer um sonho tentar reverter isso, mas eu ainda acredito que possamos, de fato, nos unir e, ao menos, adiar essa tragédia no planeta. Por isso, estou novamente apoiando a campanha órfãos da água que não pede dinheiro, nem órgãos para doação, nem cliques, nada além da conscientização de cada um, economizando o máximo de água que puder e nos ajudando a divulgar o site.

          Se fôssemos egoístas, simplesmente, ficaríamos em silêncio e cuidaríamos do nosso bem estar, mas somos altruístas, dividimos nossos conhecimentos e pedimos a todos que, simplesmente, divulguem o site para o bem estar da humanidade como um todo.

          Convido a todos os que estiverem lendo esta matéria que, antes de tudo, reflitam sobre o que leram e, após entenderem bem o que aqui está escrito, repassem esta matéria introdutória aos seus contatos, visitem e divulguem o site que indicarei a seguir. O que todos ganharemos com isso? Um tempo a mais de vida, um pouco mais de natureza preservada, o direito de vivermos em paz, com muita água e verde por muitos séculos ainda...

          Doutores e leigos precisam de água para sua sobrevivência, pense nisso!

OBS: Artigo publicado em diversos sites, jornais e revistas no Brasil e Europa. Permitida a reprodução, desde que citada a sua autoria e não haja nenhuma alteração no texto. Atenção, este texto foi escrito em 2000 e ainda hoje está em discussão... Isto é Brasil!!!

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